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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

A MATRIX


Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)
“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. 
Mas até que nós consigamos despertá-las, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você  para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …” 
Fonte: https://thoth3126.com.br/colapso-das-bolsas-dos-eua-ameaca-mundo-com-nova-grande-depressa

domingo, 21 de janeiro de 2018

REVOLUÇÃO FRANCESA E O BRASIL




Em 1580, um fato novo: o soberano português Dom Sebastião morreu na célebre batalha de Alcácer-Quibir. Filipe II, rei de Espanha, herdou o trono de Portugal. Houve assim a união dos dois reinos, até 1640.- Significa que, nesse período, o Brasil ficou sendo colônia espanhola...- Exatamente. Portugal, porém, embora sujeito ao trono espanhol, continuou como estado mais ou menos autônomo, de tal forma que os portugueses e seus descendentes permaneceram donos do Brasil, em constantes escaramuças com os colonizadores castelhanos.- Até quando eles brigaram?- Até 1777. Nesse ano Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Santo ldefonso, que retocou o Tratado de Madri de 1750, reconheceu finalmente a expansão da fronteira oeste da América Portuguesa e fixou novos limites. Mas ainda falta anotar alguns fatos importantes.- Diga.- Um ano antes do Tratado, em 1776, havia sido criado o vice-reinado do rio da Prata, com a capital em Buenos Aires e abrangendo a Argentina, o Uruguai, o Paraguai e o território que mais tarde viria a ser a Bolívia. Com isso Buenos Aires assumiu a liderança política e econômica da região, enquanto o Chile, por sua vez, passou a ser uma capitania geral, subordinada ao vice-reinado do Peru.- E aí, ao que me consta, começaram as lutas pela independência...- Perfeito. Os ideais de liberdade que inspiraram a independência dos Estados Unidos em 1776 e deflagraram a Revolução Francesa em 1789 sacudiram a América do Sul a partir do início do século 19. Em 1810, os dominadores espanhóis já haviam sido expulsos da Argentina e do Uruguai. Iniciaram-se assim as lutas pela libertação de todo o hemisfério. Em 1811, o Paraguai conquistou a independência em campanha chefiada por José Gaspar Rodrigues Francia, o famoso Dr. Francia. Em 1817, o general argentino José de San Martin atravessou os Andes a cavalo, libertou o Chile em 1818 e proclamou a independência do Peru em 1820. Encontrou-se ali com o líder venezuelano Simón Bolívar, que em 1819 libertara a Venezuela e os territórios onde estão hoje a Colômbia e o Equador. Juntos, San Martin e Bolívar prosseguiram a luta até 1824, quando, vitoriosos na histórica batalha de Ayacucho, determinaram o fim do domínio espanhol na América do Sul. Dois anos antes, em 1822, Dom Pedro I havia proclamado a independência do Brasil, rompendo os laços com o trono português.- E a Bolívia?- A Bolívia é a antiga região do Alto Peru, que se separou do governo de Lima em 1825. O nome “Bolívia” é uma homenagem ao libertador Simón Bolívar.- O senhor sabe das coisas!- Leitura, seu moço. Leitura e boa memória.”  

Fonte: A Província do Guairá - 2011 (pag. 8 e 9)
           Antonio Augusto de Assis

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

IOGA PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DA HUMANIDADE


A ioga foi incluída nesta quinta-feira (01/12/2016) na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, anunciou a Unesco. A decisão foi tomada pela 11ª assembleia da Unesco, reunida desde 28 de novembro em Adis Abeba (Etiópia).

* Uma boa referência para entendermos Yoga é a literatura da Annie Besant (1847 - 1933).

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

A NAÇÃO SOBREVIVERÁ À DECADÊNCIA DO ESTADO?


A nação sobreviverá à decadência do Estado?

Ilustração reproduzida do Arquivo Google
Carlos Chagas
NAÇÃO é um conjunto de indivíduos que normalmente falam a mesma língua, habitam o mesmo território, possuem passado,  cultura   e costumes comuns, assim como um mesmo objetivo e,  acima de tudo, dispõem da vontade de continuar  juntos. ESTADO existe quando uma nação se organiza politicamente, adotando instituições capazes de gerir e ordenar a nação. GOVERNO é o grupo de cidadãos que, pela força ou pelo consenso, dirigem o estado. PAÍS é o território de uma nação. PÁTRIA, apenas uma projeção sentimental do  conjunto.
Os rótulos, no entanto, não são mandamentos. De vez em quando enrolam-se e se atropelam, misturando-se e confundindo quantos imaginam  exprimir a sua exegese uma ciência exata.
Vale referir que de quando em quando nos deparamos com nações  que falam diversas línguas e mantém costumes diferentes, como a Rússia e a China.  Existem nações que habitam territórios distintos e separados, como o Paquistão e Bangladesh,  ou a Inglaterra e as Ilhas Malvinas, a França e o Suriname. Notam-se até nações sem território, como os judeus durante dois mil anos, antes da criação do estado de Israel. Também surgem nações divididas em dois estados, a exemplo das Coréias do Sul  e do Norte  e, até pouco, o Vietnã, a  República Democrática da Alemanha e a República Federal da Alemanha.
NAÇÃO BRASILEIRA – Essas simples e mal alinhadas referências nos conduzem a uma pergunta crucial: será o Brasil uma nação,  ou melhor,  continuará sendo?
A mesma língua caminha para tornar-se uma ficção, porque um gaúcho posto no Nordeste faz-se entender com dificuldade. Pronúncia, conceitos, cultura e costumes continuam se afastando, apesar dos esforços das novelas da Rede Globo.  Claro que existe um sentimento de unidade em todo o território nacional, por ação inicial do colonizador português. No empenho de ganhar dinheiro, os lusitanos realizaram esse milagre, ao tempo em que a América Espanhola fracionou-se em diversos estados e países. O passado, assim, costuma sinalizar as fraquezas de nossa formação, do Bequimão à Confederação do Equador e aos Farrapos até a predominância econômica e política de São Paulo, sem esquecer o sacrifício e a distância  do Nordeste.
Tendo em vista a calamitosa situação em que nos encontramos pela existência de dois Brasis, o formal e o real, que não adianta negar, o risco é flagrante. Já que com a evidência de a pátria só aparecer nos desfile militares e de o  governo haver perdido  a confiança e o respeito,  conclui-se que o estado vem sendo posto em frangalhos. E a nação, sobreviverá?

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

DEPOIS RECLAMA QUE ACADEMIA NÃO FUNCIONA!


A moda burra da trilha sonora “baticum” nas academias de ginástica

Ilustração reproduzida da Prozis, Arquivo Google
Marcelo Câmara
Quase sempre, as opiniões expostas nas matérias sobre atividade física, academias de ginástica, acerca da música invariavelmente presente e a todo volume, nesses espaços, são uma reunião de frivolidades, ditas por gente que nada sabe, se nega a estudar o assunto ou se encontra, patológica e comercialmente, engajada numa moda generalizada. Moda essa, burra, tola e nociva. O barulho de um motor de moer cana para se obter o caldo ou de um bate-estaca urbano, ensurdecedor, denominado “música”, nas academias, é uma prática insana, maciça, predominante em todo País. Uma droga perturbadora, adotada sem prescrição médica, sem nenhum fundamento técnico ou base científica.
Cada indivíduo tem o seu próprio ritmo orgânico e mental. Cada exercício tem, também, o seu próprio ritmo. E determinado exercício praticado por determinada pessoa tem um terceiro ritmo. Não existe uma música ritmada que marque todos os exercícios aeróbicos e de musculação de todas as pessoas, dentro ou fora piscina. Não existe uma música comum, que sirva a todos.
Ginástica exige atenção, disposição, concentração e realização responsável, sintonia, ritmo, harmonia entre mente e corpo, orientação, obediência às regras da sua execução. Esse som que transforma academia em boate de meretrício e botequim de última categoria, com cerveja quente e música alta, apenas aliena o indivíduo de si mesmo, afasta o praticante da ginástica do seu exercício, dispersa os sentidos, o desconcentra, “distrai” como admitem os aficionados do barulho, quando a sua mente, o seu corpo, postura, respiração, todos os sentidos deveriam estar dirigidos e empenhados no próprio exercício. O barulho na academia, que os seus adeptos chamam de “música”, e geralmente da pior qualidade, só faz entorpecer e imbecilizar ainda mais os alunos de academia.
INADEQUAÇÃO – Música é uma arte para ser ouvida, tocada ou dançada em lugar e momento apropriado. E música-ambiente ritmada não se adéqua a um lugar multidisciplinar, onde diversas pessoas devem estar concentradas, executando as lições de diversos exercícios de vários tipos, com diversas durações e de diversos ritmos, com distintas finalidades. Alguns alongam músculos e tendões, outros se dedicam a práticas aeróbicas (esteira, bicicleta etc.), e terceiros fazem musculação. A rigor, a princípio, em tese, nenhuma música – de excelência, mediana ou ruim, popular, folclórica ou erudita – deveria estar em espaço multidisciplinar, plural, de academia alguma.
A música era, outrora, seletiva e específica, marcando os pontos dos exercícios da milenar calistenia, da ginástica de solo clássica, com ou sem halteres, barras e bastões, e hoje, também seletivamente, pode fazer parte dessa ginástica marcada. E, ainda, da ginástica artística e de certos exercícios da ginástica olímpica. Os compêndios e manuais clássicos da matéria, os livros de Educação Física e de Ginástica de autores de prestígio internacional, editados nos EUA, na Europa e Oriente, recomendam a prática da ginástica sem música. Entre nós, o consagrado Nuno Cobra orienta no mesmo sentido.
A música ouvida por um atleta individualmente no seu treinamento, e na ginástica, também individualizada, por uma pessoa, é válida, estimulante, até útil, necessária. Da mesma forma, um grupo praticando exercício único, coletivo, ritmado, com um guia, professor ou orientador, dentro ou fora da piscina, tem na música um auxiliar didático-pedagógico válido, importante.
E SE JUSTIFICAM… – “Eliminar o baticum irracional e torpe das academias parece impossível, a reação contrária é quase absoluta” – justificam-se os professores. Quando, milagrosamente, a aparelhagem de som pifa e os sons e ruídos são apenas do ambiente, das pessoas, professores e alunos, já ouvi algumas pessoas, uma minoria, é claro, exclamarem: “Que bom sem música, parece que tudo sai melhor, com mais acerto e rendimento…” Mas estamos numa democracia, o regime das maiorias que crucificaram Cristo, glorificaram Hitler e elegeram, duas vezes, Bush. E, infelizmente, enquanto não houver direção técnica competente, enquanto não prevalece a razão, reinam os clientes, os alunos, “o melhor critério”: o das maiorias, mesmo que insanas.
O escapismo irracional do falso bordão “gosto não se discute”, e se discute sim, em todos os campos do pensamento, de atividades, da arte e do comportamento humano; e a resposta vazia e irresponsável dos donos de academia e seus professores “Não se pode agradar a todos, cada um tem um gosto…” – apenas confirma a asneira, segundo a qual o aluno de academia é quem determina o que deve ser feito e como deve ser feito. Seria como um paciente dizer ao médico que quer tomar tal remédio, fazer tal terapia, durante o período “x” e na forma “y”.
ALIENAÇÃO – O barulho nas academias é um instrumento a transtornar e a transformar alunos de educação física em consumidores tontos, alienados e dóceis, que cumprem séries de exercícios sob intenso e desconcertante barulho, suam, falam alto para serem ouvidos, suam mais um pouco e vão para casa exaustos, meio surdos, certos de que fizeram bem ao corpo, à mente, melhoraram a saúde.
Realmente, apenas e literalmente, “malharam”, agrediram bastante o corpo, a mente, o espírito, se esgotaram, como estivessem num trânsito engarrafado, sob um buzinaço. Mas não praticaram ginástica de forma inteligente, segura, responsável e saudável.

domingo, 6 de março de 2016

JÚPITER SERÁ VISTO DA TERRA


Júpiter será visto de qualquer ponto da Terra no dia 8 de março

Posted by  on 06/03/2016
jupiter-visão-remotaPlaneta Júpiter será visto de qualquer ponto da Terra no dia 8 de março. Não será preciso usar telescópios para observar o maior planeta do Sistema Solar
Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar e o quinto a partir do Sol, será visto de qualquer ponto da Terra em 8 de março, sem que seja necessária a ajuda de telescópios ou binóculos. Uma vez a cada 13 meses, a Terra se encontra diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol.
Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
O gigante planeta Júpiter será visto de qualquer ponto da Terra no dia 8 de março.
Os astrônomos chamam esse evento de “oposição de Júpiter”, uma posição em que o astro está completamente iluminado pelo Sol e no seu ponto mais próximo da Terra.
jupiter-08032016
Durante toda a semana, Júpiter já está no leste na medida em que o dia termina no crepúsculo, ficando um pouco mais alto a cada dia. Enquanto a escuridão mais profunda desce, você vai encontrar Leão subindo acima do horizonte. (A escala azul de 10° é IGUAL a largura do seu punho visto no comprimento do braço). 
A união desses dois fatores faz de Júpiter, quando alcança o ponto mais alto do céu, o objeto mais luminoso do firmamento noturno e o segundo planeta mais brilhante,depois de Vênus. Entretanto, Vênus só brilha no começo do dia e no final da noite, dependendo de sua posição orbital, ao passo que Júpiter ficará aceso a noite toda.
O astro subirá pelo leste, ao entardecer, e atingirá seu ponto mais alto por volta de meia-noite, até se pôr no oeste ao amanhecer. Como está no lado oposto ao Sol, ficará visível a qualquer momento da noite, mas especialmente depois da meia-noite.
jupiter
O gigante Júpiter
“Por estar em direção oposta ao Sol, quando chega a noite ele fica completamente iluminado pelo Sol. Isto permite que se veja bastante bem, mas a órbita de Júpiter continua estando muito distante da nossa”, explica Juan Antonio Bernedo, técnico-chefe do planetário de Madri, que recorda que a observação de Júpiter é possível também em qualquer outra noite sem a necessidade de telescópio.
Em 22 de maio, será a vez de observar a oposição de Marte. A proximidade do nosso planeta com a órbita marciana permitirá que ele seja visto integralmente quando a Terra estiver alinhada entre o Sol e o planeta vermelho.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A nova ameaça à soberania brasileira na Amazônia: Projeto Triplo A


A nova ameaça à soberania brasileira na Amazônia: Projeto Triplo A

Posted by  on 19/01/2016
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Triplo A: a nova ameaça à soberania brasileira na Amazônia
No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brasil se viu diante de uma proposta do presidente da Colômbia para criar um“corredor ecológico” que iria dos Andes ao Atlântico, passando pela Amazônia. Segundo o professor Rogério Maestri, porém, as preocupações supostamente ambientais do projeto podem esconder interesses estrangeiros bem mais perversos. 
De acordo com Maestri, de fato, o envolvimento da Gaia Foundation na proposta do Triplo A é mais um indício “de uma direção em termos de ocupação de espaço por outros países”.

domingo, 27 de dezembro de 2015

EUA: poder militar NWO-Illuminati “invade” o planeta


EUA: poder militar NWO-Illuminati
“invade” o planeta




Os EUA têm 761 bases militares em todo o planeta
Os EUA têm 761 bases militares em todo o planeta e simplesmente nunca ninguém internamente no país fala ou discute algo a respeito da sua existência. 
As Bases militares da América “guarnecem” o mundo de formas que são verdadeiramente sem precedentes, mas se você mora nos Estados Unidos, raramente você ouve uma palavra sobre isso. 
“O inferno esta vazio. Todos os demônios estão aqui na Terra“   Shakespeare (Saint Germain)
Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com

Na AlterNet  o ensaio de Tom Engelhardt sobre a disseminação de bases militares americanas e do seu império global, publicado em setembro. 
Fonte: 
http://www.alternet.org/story/97913/the_us_has_761_military_bases_across_the_planet%2C_and_we_simply_never_talk_about_it

FOREIGNPOLICy  - TomDispatch.com  - http://www.tomdispatch.com/ / By Tom Engelhardt 
Aqui está, e tão simples como pode ser colocado: No curso da passagem de um ano, deve haver relativamente poucos países deste planeta em que os soldados dos EUA não colocaram os pés, seja com armas disparando, com ajuda humanitária nas mãos, ou apenas para uma visita amigável.

São números surpreendentes a quantidade de países em que os nossos soldados não só chegam, mas ficam interminavelmente, se não indefinidamente.

Às vezes, eles vivem em bases militares construídas sob a melodia de custo de bilhões de dólares e tamanhos consideráveis de cidades americanas (com amenidades de acompanhamento), às vezes em bases bem despojadas na frente operacional de batalha que não podem sequer  ter chuveiros. Mesmo quando os soldados dos EUA não ficam, muitas vezes, eles deixam equipamento militar americano  - cuidadosamente armazenados para posterior utilização em locais pequenos, como “segurança cooperativa”, conhecidos informalmente como “almofadas de lírios” (a partir do qual as tropas norte-americanas, como uma invasão de rãs, assumidamente poderia saltar rapidamente em uma região envolvida “em uma crise”).

No auge do Império Romano, as legiões romanas tinham um número estimado de 37 grandes bases militares espalhadas ao redor de seus domínios globais. No auge do Império Britânico, o exército britânico teve 36 bases espalhadas pelo globo. Dependendo apenas de quem você ouve e como  lhe é contado, nós temos centenas de bases. De acordo com os próprios registros do Pentágono, de fato, há 761 bases militares ativas no exterior.

O fato é que nossas (dos EUA) forças armadas guarnecem e vigiam o planeta de norte a sul e de leste a oeste, e até mesmo sobre os sete mares, graças às nossas várias frotas navais e nossos enormes porta-aviões que, com 5.000 a 6.000 militares a bordo e 100 aviões de ataque em média - ou seja, a população de uma pequena cidade norte americana - são funcional e verdadeiramente bases militares flutuantes (algumas nucleares como alguns dos 11 porta aviões).
{ n.T. A Marinha dos EUA é disparada a maior marinha do mundo, com uma frota de embarcações de batalha que é maior do que as demais frotas marinhas de treze países combinadas/reunidas. A Marinha dos EUA também tem a maior frota mundial de Porta Aviões, com 10 em serviço , um em construção (e mais dois previstos), e dois na reserva. O serviço naval dos EUA tem 318.406 militares na ativa e 108.718 na Reserva da Marinha, totalizando 427.124 homensEla opera 288 navios em serviço ativo, sendo onze porta aviões NUCLEARES, 9 navios de assalto anfíbio, 8 docas de transporte anfíbio, 12 navios de desembarque, 22 cruzadores, 62 contratorpedeiros, 26 fragatas, 71 submarinos, três navios de combate em litoral,  e mais de 3.700 aeronaves Possui ainda 50.000 veículos,  75.200 edifícios militares em 3.300.000 acres (13,400 km²). Planeja no futuro, cortar a dependência de combustíveis fósseis.}
E aqui está a outra metade da simples  verdade: Nós não nos importamos em sabermos mais sobre essas bases militares. Nós, o povo norte-americano, ajudados (enganados) pelos nossos políticos, pelo Pentágono, pelo governo e pelos principais meios de comunicação (controlados), estamos até os joelhos na negação dos fatos. Agora, essa é a essência da verdade. Se isso tudo, como a maioria dos (ignorantes) norte-americanos, já é mais do que você gostaria de saber, pare por aqui.

Onde o sol nunca se põe
Vamos enfrentar a verdade, nós estamos em uma atitude imperial para com os demais países do planeta e ela esta sendo uma noite muito longa. Mesmo agora, mesmo às altas horas da madrugada, o Pentágono continua a sua expansão maciça dos últimos anos; nós gastamos militarmente como se não houvesse um amanhã, nós ainda estamos construindo bases como se o mundo fosse inteiramente nosso, e ainda estamos negando esse fato. Alguém deveria telefonar para o equivalente imperial dos Alcoólicos Anônimos.

Mas vamos começar em um ensolarado tempo no passado, menos de duas décadas atrás, quando parecia que haveria muitos amanhãs, tudo pintado de vermelho, branco e azul. Lembre-se dos anos 1990, quando os EUA foi saudado - ou talvez mais precisamente, quando o (des)governo instalado em Washington saudou a si mesmo - não apenas como a “única superpotência” existente no planeta, ou mesmo como uma única “hiperpotência”, como a sua “polícia global”, mas como o único policial no “quarteirão” todo (o planeta inteiro)?

Como isso aconteceu, os nossos “líderes políticos de Washington” tomaram esse rótulo a sério e a nossa sede central de polícia, passou a ser o Pentágono, o famoso edifício de cinco lados em Washington DC, prontamente começou a criar “delegacias” - aka bases militares - perto dos redutos de petróleo de todo o planeta (desde Kosovo, Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Paquistão Afeganistão Iraque) após o sucesso obtido nas guerras na ex-Iugoslávia e no Golfo Pérsico e na Ásia, no Paquistão e Afeganistão.

O Porta Aviões da Marinha dos EUA, o USS Enterprise (CVN-65) foi o primeiro super porta-aviões de propulsão nuclear a fazer parte da frota da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, foi também o primeiro a ser construído no mundo com este tipo de propulsão, com oito reatores nucleares e quatro hélices. Com os seus 342,3 metros de comprimento e 75,6 metros de largura e 40 metros de altura (equivalente a um prédio de 13 andares) é a maior embarcação militar em operação no mundo. O super navio pertence a Classe de mesmo nome. Pode levar de 70 a 90 aviões, possui 2 plataformas de lançamento de mísseis mar-mar Sea Sparrow, 3 canhões Phalax antiaéreos 20 mm e tripulação de cerca de 6 mil homens. Seu peso total é de 93.384 toneladas.
Na medida em que essas bases militares foram se multiplicando, parecia que nós estávamos embarcando em uma nova versão pós-soviética de “contenção”. Como a URSS se foi, acabou, no entanto, o que nós estávamos “contendo” cresceu de forma muito mais vaga e, antes do ataque às torres gêmeas de 11 de Setembro, não se falava sequer o seu nome. No entanto, foi, em essência, os muçulmanos que aconteceu de viverem em muitas  terras petrolíferas chave do planeta. (n.T. E assim os países e povos muçulmanos passaram a substituir a URSS como os “inimigos” do povo norte americano.)
Sim, por enquanto também mantivemos intactas as nossas antigas bases militares de nossa triunfante mega-guerra contra o Japão e a Alemanha nazista, e em seguida, com o impasse da “ação policial” na antiga Coréia (por causa disto então dividida em duas a do Sul e a do Norte) em 1950-1953 nós mantivemos vastas estruturas militares que se somaram hoje em algo como uma versão americana imperial do antigo British Raj (Império Britânico).

De acordo com o Pentágono, ainda temos um total de 124 bases militares no Japão, até 38  bases na pequena ilha de Okinawa, e 87 bases militares na Coréia do Sul. (É claro, houve retrocessos, poucos na verdade. As bases gigantes que construímos no Vietnã do Sul foram perdidas na Guerra em 1975, e fomos pacificamente ejetados de nossas principais bases militares nas ilhas das Filipinas, em 1992.) (n.T. O governo das Filipinas iniciou negociações para um tratado de defesa com os EUA em Janeiro de 2012 para a reabertura de bases militares norte americana naquele país)
Mas imagine a arrogância e prepotência envolvida na ideia de ser uma “polícia global” ou “o xerife” e marchando em Dodge City, que seria nada menos do que todo o Planeta Terra. Naturalmente, com um bando inteiro de “bandidos” lá fora, com um “pântano” global a ser “esvaziado” (leia-se países sendo saqueados em suas riquezas, nos seus recursos minerais, como petróleo e gás), como os principais funcionários da então administração (do açougueiro) George Bush gostava de descrever o resto do mundo  após o 11 de Setembro, assim nós nos armamos a nos mesmos para matar, não para dar choques. E as “delegacias de polícia” bem, elas foram muitas vezes algo para se cuidar - e elas ainda são.

Vamos começar com o básico: Quase 70 anos após a Segunda Guerra Mundial, o sol ainda é incapaz de se por sobre o “império de bases militares” norte americanas - na frase de Chalmers Johnson - que neste momento se estende da Austrália para a Itália, Japão e Qatar, do Iraque para a Colômbia, Groenlândia para o Oceano Índico, na ilha de Diego Garcia, desde a Romênia para Okinawa.
E novas bases de vários tipos estão surgindo o tempo todo (sempre com rumores de mais bases por vir). 
{n.T. - No ano fiscal de 2010, o Exército Regular dos Estados Unidos relatou possuir em sua fileiras uma força ativa de 561.979 soldados, a Guarda Nacional do Exército (ARNG) relatou possuir362.015 homens, e o Exército da Reserva (USAR) relatou 205.281 soldados, colocando o total de componentes de forças combinadas do exercito dos EUA em 1.129.275 soldados. O Quartel General do exército norte americano fica no prédio conhecido como “o Pentágono“, em Washington DC}
O Pentágono, com o rio Potomac e o monumento de Washington ao fundo. O Pentágono é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O prédio já famoso em todo o mundo abriga todas as forças armadas dos EUA (exército, marinha, aeronáutica, fuzileiros navais e guarda costeira) sob um mesmo “telhado”. Assim surgiu o conceito atual do Pentágono.
Por exemplo, um sistema de mísseis americanos está previsto para entrar na Polônia (para cercar a temida e poderosa Rússia) e um sistema de radar em Israel. Isso significa mais militares norte americanos estacionados em ambos os países e, sem dúvida, mais construção de Bases (“delegacias”) Militares modestas de um tipo ou de outro para ir junto com eles. (Uma base militar israelense - “a primeira Base Militar norte americana em território israelense” - relata Aluf Benn dojornal Haaretz , será no deserto de Negev.)

Há 194 países no planeta (mais ou menos), e oficialmente 39 deles têm americanas “instalações militares”, grandes e / ou pequenas. Mas essas são apenas as bases que o Pentágono reconhece oficialmente. Outra bases militares simplesmente não são contadas , quer porque, como no caso da Jordânia, um país (muçulmano) que acha politicamente preferível não reconhecer que tais bases existem, quer porque, como no caso do Paquistão, as bases militares norte americanas que estão oficialmente no Paquistão são divididas com esse país, ou porque existem bases militares em zonas de guerra, não importa quão elaboradas sejam, de alguma forma, elas não contam oficialmente.

Em outras palavras, esse número oficial de apenas 39 bases não inclui nem mesmo o Iraque ou o Afeganistão. Em 2005, de acordo com o jornal Washington Post , havia 106 bases militares norte americanas no Iraque, que vão desde pequenos postos avançados para mega-bases como asBase Aérea de Balad e do Camp Victory que abriga dezenas de milhares de soldados, empreiteiros privados, civis do DoD-Departamento de Defesa , têm rotas de ônibus, semáforos, estações de rádio, grandes nomes de restaurantes fast-food, e assim por diante.

A gigantesca Base Aérea de Bagram, na estratégica região do norte do Afeganistão em uma região grande produtora de papoulas, matéria prima para produzir ópio e heroína.
Algumas dessas bases são, com efeito, “cidades americanas” em solo estrangeiro. No Afeganistão, aBase Aérea de Bagram, anteriormente utilizada pelos soviéticos em sua ocupação do país, é a maior e mais conhecida.
Há, no entanto, muitas mais, grandes e pequenas, incluindo a Base Aérea de Kandahar,  localizado no que já foi a capital não oficial do movimento guerrilheiro do Talibã, que ainda tem uma grande pista de hóquei (evidentemente para o seu contingente de tropas canadenses).

Você poderia pensar que tudo isso poderia ser noticiado verdadeiramente, de que o estabelecimento de novas bases militares pelo mundo, regular e geralmente seriam notícias significativas, de que livros denunciariam a versão norte americana de controle imperial. Mas aqui está uma coisa muito estranha:

Nós “guarnecemos o mundo” com nossas bases militares de um modo que realmente é (há muito tempo) - sem colocar um ponto demasiado fino sobre o assunto - sem precedentes, e ainda, se acontecer de você viver nos Estados Unidos, basicamente você não sabe nada a respeito , ou, pensando de forma diferente, você não tem que saber isso.
A gigantesca Base Aérea de Kandahar, dos EUA, no Afeganistão.
Em Washington DC, a nossa guarnição do mundo está se tomado tão comum e certo que ninguém parece piscar quando bilhões de dólares são gastos  na construção de uma nova base militar em algum exótico e aguerrido país (sempre com recursos naturais abundantes, como petróleo, gás, urânio) uma terra devastada pela guerra. Não há discussão, não há debate.

As notícias sobre nossas bases militares no exterior, e na estratégia básica do Pentágono, é, no máximo, coisas guardadas dentro das dobras dos papéis, destinado apenas à sabichões da política e jóqueis de notícias. Não pode haver nenhum assunto menos comentado, em Washington, atendido com menos seriedade, ou mais merecedor de cobertura.
{ n.T. - A USAF (United States Air Force) é a maior e mais poderosa força aérea do planeta, tem cerca de 6.013 aviões tripulados em serviço (4.282 USAF, 1.321 na Guarda Aérea Nacional e 410 da Reserva da Força Aérea), 32 SATÉLITES, aproximadamente 160 veículos aéreos não tripulados, 2.161 Mísseis de cruzeiro de lançamento por ar e 500 Mísseis Balísticos Intercontinentais-ICBM , e em torno de 2006 possuía 334.200 militares no serviço ativo, 120.369 nas Reservas Prontas Selecionadas e Individuais e 107.000 na Guarda Nacional Aérea. Existem ainda 10. 675 militares adicionais na Reserva para além dos 168.558 empregados civis que trabalham para a Força Aérea dos EUA (USAF) totalizando 740.802 homens a serviço da força aérea dos EUA.}
Bases militares desaparecidas
Os norte americanos têm, é claro, sempre se orgulhado de si mesmo por “exportar democracia” para outros países, não a do império, a imperialista. Então nada se fala do império, não é um assunto norte americano e, talvez por isso, todas essas bases provam ser um assunto complicado de trazer à tona ou para se concentrar muita atenção pela frente e analisá-lo mais profundamente.

Vista aérea parcial de Kandahar, uma imensa Base Aérea da USAF no Afeganistão.
Quando a conversa em geral chegou sobre o imperialismo dos EUA, houve um breve período após os eventos de 11 de Setembro, quando os neoconservadores (os neocons de George Bush), em plenos pulmões gritando em triunfo, começaram a nos comparar a Roma Imperial e a Grã-Bretanha em sua altura imperial (embora se acreditasse que nós somos incomparável e singularmente muito mais poderosos).

Foi, na frase do tempo, um “momento unipolar”. Mesmo falcões de guerra liberais começaram a falar sobre tomar sobre nós o “fardo” de império ou, na frase de Michael Ignatieff, agora um político canadense, mas, nesse período, ainda em Harvard e considerado um intelectual norte americano de importância significativa, “o império lite.” 


No geral, no entanto, aqueles em Washington e na mídia não consideram ser pertinente para lembrar os norte americanos exatamente de como temos sido tentados  ser a “polícia” e controlar o mundo nos últimos anos. Eu tive dois encontros comigo mesmo com base na negação dos fatos:

Na primavera de 2004, um estudante de jornalismo com quem eu estava trabalhando me enviou um e-mail, datado de 20 de outubro de 2003 - menos de sete meses depois de as tropas americanas entraram em Bagdá - de uma revista de engenharia de prestígio.
Ele citou o tenente-coronel David Holt, o engenheiro do Exército “encarregado de desenvolvimento de instalações-bases militares” no Iraque, falando com orgulho dos vários bilhões de dólares (“Os números são incríveis”), que já havia sido afundados em construção de bases no país. Bem, eu estava cambaleando de qualquer maneira.

Os jornalistas norte-americanos, no entanto, quase não notaram, apesar de significativas somas já estavam derramando em uma série de mega-bases militares que  claramente se destinavam a ser equipamentos (quase cidades) permanentes na paisagem iraquiana. (O governo Bush cuidadosamente evitava usar a palavra “permanente” em qualquer contexto que seja, e essas bases foram primeiro apelidadas eufemisticamente de “campos duradouros.”)

Dentro de dois anos, de acordo com o Washington Post (em uma noticia que, normalmente, apareceu na página A27 do jornal), os EUA tinham estas 106 bases no Iraque a um custo que, embora desconhecido, deve ter sido astronômico, de fato. Apenas pare por um momento e considere o número: 106. Isso confunde a mente, mas parece  não afetar o jornal norte-americano ou o jornalismo de TV e o público.

TomDispatch.com tem coberto este assunto regularmente desde então, em parte porque estes maciços “fatos no terreno-bases militares”, esses zigurates modernos , são a principal e clara evidência dos planos de ocupação de longo prazo do governo Bush (n.T. e dos planos de domínio global do secreto governo das trevas -Illuminati-Nova Ordem Mundial-NWO- que controla os marionetes do governo formal dos EUA) e de suas intenções naquele país.

Não surpreendentemente, naquele ano, os negociadores norte-americanos finalmente ofereceram ao governo do então primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki seus termos para um estado chamado de acordo de forças, evidentemente inicialmente exigindo o direito de ocupar  no futuro distante 58 das bases que os EUA construiu .

Sempre foi óbvio - para mim pelo menos - que qualquer discussão de política para o Iraque neste país, de prazos ou “horizontes de tempo”, levantamentos ou retiradas de nossos militares, fazia pouco sentido se esses gigantescos  “fatos implantados no terreno” - as bases militares - não foram tomadas em conta. E ainda assim você tem que procurar com cuidado na imprensa dos EUA (e demais países do planeta) para encontrar qualquer informação sobre o assunto, nem nunca falar sobre essas bases tem desempenhado qualquer papel real nos debates em Washington ou na nação sobre a política no Iraque e no Oriente Médio.

(n.T.) DRONES
Cerca de 60 bases de Drones dos EUA ao redor do mundo são dedicadas a operar essas letais máquinas robóticas voadoras sob o comando da CIA (Agência de Inteligência Americana). Existem cerca de 30 outros países que possuem  esses veículos aéreos robóticos não tripulados, mas a frota norte americana é disparada a maior e já tem 7.494 drones (dados de 2012) e sua atuação já foi atestada em conflitos no Afeganistão, Paquistão, Iêmen e na Somália, onde se destacaram como uma mortal arma.

Os EUA e Israel são os maiores produtores de drones do mundo. Israel foi o primeiro país a desenvolver a tecnologia com fins militares. Exporta e produz essas aeronaves em parceria com vários países.

Um DRONE, um Veículo Aéreo Não Tripulado, também chamado UAV (do inglês Unmanned Aerial Vehicle) ou VANT e comumente conhecido como drone, é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos humanos embarcados para ser pilotada. Esses aviões são controlados à distância, por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (PLC). Também pode ser chamado como “Veículo Aéreo Remotamente Pilotado” (VARP). Inicialmente, os VANT foram idealizados para fins militares. Inspirados nas bombas voadoras alemãs nazista, do tipo V-1, o primeiro míssil teleguiado construído pelo homem.
Em seu último balanço estratégico, o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), de Londres, mapeou as bases pelo mundo a partir das quais os drones americanos partem em vôos de reconhecimento ou em mortíferos ataques:

Base da Força Aérea Creech, em Nevada (EUA); Sigonella, Itália; Incirlik, Turquia; Arba Minch, Etiópia; Camp Lemonnier, em Djibouti; Al-Anad, no Iêmen; Al-Udeid, no Qatar; Al-Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos; Mahe, nas Ilhas Seychelles; em Shindand, Khost, Jalalabad e  Kandahar, as quatro no Afeganistão; Shamsi, no Paquistão; em Zamboanga, nas Filipinas e na Ilha de Guam no Oceano Pacífico.
Permitida a reprodução desde que respeite a formatação original e mencione as fontes.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Praça Bento Munhoz da Rocha





Praça Bento Munhoz da Rocha - Curitiba - PR



Em frente do Paraná Clube a Praça Bento Munhoz da Rocha tem amplo espaço, caracterizando a tradição curitibana de espaço e laser.




















sexta-feira, 26 de julho de 2013

PALÁCIO SÃO JOAQUIM




Palácio São Joaquim

 
 

 
Sede da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro

Rua da Glória 446 – Rio de Janeiro

CASA ESTRELA






 
 
 
 
Frente da casa estrela
 
 
Sala no térreo (local de estudos e palestras).
 
 
 
Primeiro piso
 
 

Segundo piso
 


Vista dos fundos da casa

quinta-feira, 11 de julho de 2013

MUSEU DO AUTOMÓVEL



Museu do Automóvel

Curitiba
 
 
 
 
av. Cândido Hartmann, 2300 - Parque Barigui